Navego no oceano da existência,
em meio a águas calmas e bravias,
e do alto mastro à volta eu busco
uma terra segura onde aportar.
No entanto, o que vejo é ilusão,
meus olhos vêem o que ali não há,
e em minha vigília ao horizonte,
eu grito à solidão: “Só mar à vista!”
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