Quando eu me sento e tomo à mão a pena
meus pensamentos vão além de mim
e aquilo que a inspiração me fala,
a forma vai tomando pela métrica.
Repito cada verso como se
entoando estivesse uma canção
e a melodia vai-me impulsionando
a criar um poema até o fim.
Se perco o momento inspirador,
deixando o poema inconcluso,
dificilmente volta-me o ritmo,
como se a musa agora fosse outra.
Não sinto os meus poemas racionais,
Frutos de minha criação mental.
Eu sinto-me as mãos de várias musas,
que por não tê-las precisam de mim.
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