Jesus,
pregado na Cruz,
dores
atrozes sofreu.
Em
meio a tanta agonia,
sete
palavras falou.
Tendo
amado até o fim
os
que o Pai Lhe confiou,
pediu
o perdão por eles,
sem
noção de suas ações.
A
outro, também na cruz,
que
mostrou-se arrependido,
prometeu
que este estaria
com
Ele no paraíso.
À
Sua Mãe, aos pés da Cruz,
confiou-lhe
um discípulo,
e
a este, igualmente,
deu-lhe
por mãe Sua Mãe.
Na
agonia do Calvário,
sentiu-se
Jesus sozinho
e
clamou ao Pai do céu
porque
o abandonara.
Em
meio ao seu suplício,
“Tenho
sede”, disse Cristo.
Então
deram-lhe vinagre,
que
nosso Senhor bebeu.
A
seguir, quase se forças,
“Está
tudo consumado”
disse,
morrendo, Jesus,
e
erguendo aos céus os olhos
disse
ao Pai: “Em tuas mãos
eu
entrego o meu espírito”.
Pendeu
à frente a cabeça.
Morto estava o bom
Jesus.
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