quarta-feira, 26 de agosto de 2015



Em teus olhos vejo o Tejo
e no Tejo vejo as águas
que escorrem de saudades
da terra onde nasceste
e que um dia abandonaste
para em outra viver.
No entanto, Portugal
corre todo em tuas veias
e o carregas nas lembranças,
no falar e nos sabores.
Quem das terras lusitanas
viu brotar a própria vida,
leva consigo a saudade
e a esperança de voltar.


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