quarta-feira, 26 de agosto de 2015



Eu me sinto como um senhor do tempo
que vai guardando da família a história.
E tantos fatos trago em mi’a memória,
também em fotos e em documentos.

Ao divulgar aquilo que eu me lembro
e as imagens de tempos passados,
quem tem histórias julgadas perdidas
as redescobre no fundo da mente.

Com as lembranças vêm também saudades
dos que estão longe por morte ou vida,
e se há mágoas, estas se dissipam,
trazendo à alma um gozo inocente.

Como um senhor do tempo eu me sinto,
que co’as memórias nostalgia trago,
a qual comove até o empedernido,
lhe devolvendo a condição humana.


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