quinta-feira, 12 de novembro de 2015


Eu vejo o mundo com olhos de um poeta
e tudo aquilo que eu vivo faz-se verso.
Não há limites de temas à poesia,
Desde que acolha a inspiração quem tem o engenho.

Eu canto a vida, e canto a morte, e o vazio
em que minha alma tantas vezes se encontrou.
Canto a alegria e a tristeza e a apatia,
e até nesta encontrei inspiração.

Fiz-me poeta preocupado co’a existência,
co’os contrapontos de qualquer humana vida,
a qual oscila entre vícios e virtudes,
e que revela ao homem sua humanidade.

Fiz-me poeta porque antes Deus me o fez,
dando-me olhos que traduzem em palavras
tudo aquilo que a Palavra fez surgir,
e vou cantando tudo como Deus sonhou.


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