A chuva que à janela vem bater
anunciando o verão
chegando
desperta-me do sono e a apatia
que me domina ainda está em mim.
O que resta da noite passo em claro,
olhando para o teto e as paredes,
sofrendo co’o calor que faz sentir-se
e que consome mais as minhas forças.
Idéias mil me passam pela mente,
porém eu não consigo levantar-me
e prostrado eu fico em minha cama,
qual fosse um doente terminal.
Não compreendo o que há comigo
e a razão de eu viver assim.
A vida clama por mim à janela
e a inércia faz mofar-me a existência.
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