quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


Quis aprender a orar,
mais que recitar “Pai Nosso”,
me aprofundar no mistério
de conversar co’o Senhor.

Da Escritura Sagrada
eu retirei a lição
que a oração aproxima
quem ora do seu irmão.

Antes de orar, diz Jesus,
torna à paz com teu irmão,
pois o Pai a quem tu oras
é Pai de quem te ofendeu.

Na oração pessoal,
faça-a na solidão,
não para ser egoísta,
pra ser sincero com Deus.

Peça em Nome de Jesus
para a vontade de Deus
em nós se realizar
e não a nossa vontade.

Na oração não se exalte,
cego por tua arrogância.
Ante o Senhor seja humilde,
ciente de teu pecado.

Toda oração verdadeira,
pessoal ou entre irmãos,
deve ajudar-nos a ser
um coração, uma só alma.

Assim, unindo as vozes,
os corações se convergem,
para que as preces humanas
sejam uma ante Deus.

Seja a oração filial,
de filho voltado ao pai,
somente Nele confiando
e não nas próprias palavras.

Orar com perseverança,
não repetindo palavras,
mas pensando sempre em Deus,
confiando-Lhe toda a vida.

Orar é fazer-se voz
de toda a Criação,
que recorda o Criador
em comunhão co’o universo.


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