Eu sou um Dom Quixote, um sonhador,
lutando co’os moinhos da existência,
que a mim querem prostrar e destruir,
o cavaleiro andante da poesia.
Eu sou triste figura igualmente,
apaixonado por mi’a Dulcinéia,
que são os versos rotos, sem engenho,
os quais eu vejo como enobrecidos.
O meu destino é como o do Quixote,
que, em loucura, sonho ser poeta
até o dia em que eu fechar os olhos,
enlouquecido entre os meus poemas.
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