Eu permaneço neste sono tão profundo
em que a apatia nesta vida me coloca.
Enclausurado, prisioneiro sou em mim,
Contemplando a vida eterna entre grades −
exterior que mui me atrai e me fascina,
que não alcanço a não ser com meu olhar.
Na cama em que me deito, dura e sem cetim,
cerro meus olhos recordando o que vi
e adormecido eu viajo pelo mundo,
um mundo que almejei, mas nunca o tive.
Passa-me a vida reduzida a sono e sonho,
até o Sono, eterno − fim de todo sonho.
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