quinta-feira, 12 de novembro de 2015


Não sei quando findou-se a minha infância,
o tempo em que deixei as brincadeiras,
passando a ocupar-me do futuro.
Mas sei que ao morrer a minha mãe
a dor entrou de fato em minha vida
e passei a viver de nostalgia
em meio às dores do meu dia-a-dia.


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