quinta-feira, 12 de novembro de 2015

PARIS É UMA FESTA (III)


Meus olhos encantaram-se por dias
co’histórias de Paris nos anos vinte,
co’a geração perdida que a habitava
e a genialidade no pós-guerra.

A vida de escritores e de artistas
chegaram-me com tal intimidade,
que eu senti que lá também vivera,
minhas memórias sendo o que eu lia.

Fechei extasiado cada livro,
conforme encerrei sua leitura
e em mim pulsava intenso sentimento:
que ler, de fato, é uma grande festa.

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