Meus olhos encantaram-se por dias
co’histórias de Paris nos anos
vinte,
co’a geração perdida que a
habitava
e a genialidade no pós-guerra.
A vida de escritores e de
artistas
chegaram-me com tal intimidade,
que eu senti que lá também
vivera,
minhas memórias sendo o que eu
lia.
Fechei extasiado cada livro,
conforme encerrei sua leitura
e em mim pulsava intenso
sentimento:
que ler, de fato, é uma grande
festa.
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