quinta-feira, 12 de novembro de 2015


Quem sabe se eu vivesse no passado,
em Portugal, no tempo de Sophia,
teria nela uma inspiradora
dos meus poemas a partir dos seus.

Ao ler os versos que ora tenho em mãos,
quantos eu sinto como fossem meus,
mas por engano a ela atribuídos.

Distos no tempo, e eu ainda vivo,
penso – talvez eu seja prepotente –
que a mesma musa que a inspirou um dia
aos meus ouvidos sussurra seus versos.


Nenhum comentário:

Postar um comentário