Quem sabe se eu vivesse no
passado,
em Portugal, no tempo de Sophia,
teria nela uma inspiradora
dos meus poemas a partir dos
seus.
Ao ler os versos que ora tenho em
mãos,
quantos eu sinto como fossem
meus,
mas por engano a ela atribuídos.
Distos no tempo, e eu ainda vivo,
penso – talvez eu seja prepotente
–
que a mesma musa que a inspirou
um dia
aos meus ouvidos sussurra seus
versos.
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