quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


Há um povo a que chamam português,
que  dentre todos os povos não tem par
e que no peito traz a sua história
e no sangue o orgulho lusitano.

No espírito de cada português
habita um valoroso marinheiro
que avança por mares desconhecidos,
deixando onde passa o seu padrão.

Porém, se o destino abortou
a glória que cabia a Portugal
e que cantada foi e é em versos,
o fado ainda canta essa dor.

É única a alma portuguesa
por ter em si o que outras não têm:
a coragem do viril marinheiro,
a poesia e a dor cantada em fado.

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